Psiquiatria intervencionista em Brasília
Psiquiatria intervencionista em Brasília, com indicação médica e equipe ao lado
Escetamina, paliperidona e eletroconvulsoterapia como opções para quadros que não responderam bem ao tratamento convencional, sempre após avaliação psiquiátrica e integradas ao plano terapêutico.
O que é
O que é a psiquiatria intervencionista
É a área da psiquiatria que reúne tratamentos aplicados dentro da clínica, com preparo e monitoramento, para quadros em que a medicação e a psicoterapia não foram suficientes.
- Indicação
- Sempre após avaliação psiquiátrica
- Tratamentos
- Escetamina, paliperidona e ECT
- Acompanhamento
- Equipe presente em cada sessão
- Local
- Lago Norte, Brasília
A psiquiatria intervencionista reúne tratamentos feitos dentro da clínica, com monitoramento da equipe, para pessoas cujo quadro não respondeu bem ao tratamento convencional. Na Clínica Ser, no Lago Norte, em Brasília, as opções incluem escetamina por via nasal ou endovenosa, paliperidona e eletroconvulsoterapia (ECT). Nenhuma delas é o ponto de partida: cada uma é considerada depois de avaliação psiquiátrica e entra em um plano terapêutico que continua com acompanhamento médico e terapia.
Para quem é indicado
Quando a psiquiatria intervencionista pode ser indicada
A indicação é individual e depende da avaliação do psiquiatra, do histórico de tratamentos e da conversa com o paciente e a família.
-
Depressão resistente ao tratamento
Quadros depressivos que não melhoraram o suficiente com as medicações usadas até aqui. A escetamina é uma das opções avaliadas pelo psiquiatra nesses casos.
-
Depressão maior com pensamentos de morte
Quando o transtorno depressivo maior vem acompanhado de ideação ou comportamento suicida, a avaliação é prioritária e a escetamina pode fazer parte do plano, com acompanhamento próximo da equipe.
-
Transtornos psicóticos
Esquizofrenia e outros quadros psicóticos em que a paliperidona, antipsicótico de ação prolongada aplicado na clínica, pode ser indicada pelo psiquiatra.
-
Dificuldade em manter a medicação diária
Quando a regularidade dos comprimidos é um obstáculo ao tratamento, a aplicação periódica da paliperidona pode ser uma alternativa discutida com o psiquiatra.
-
Depressão grave e catatonia
Situações em que a eletroconvulsoterapia (ECT) é uma opção reconhecida, avaliada pelo psiquiatra e discutida com o paciente e a família antes de começar.
-
Outros transtornos com indicação de ECT
A ECT também pode ser indicada em outros transtornos psiquiátricos, conforme a avaliação médica de cada caso.
A indicação é sempre médica e individual, feita depois de avaliação psiquiátrica. Se você ou alguém próximo está em sofrimento intenso agora, não espere pela consulta: o CVV atende gratuitamente pelo 188, 24 horas por dia.
Como funciona
Da avaliação psiquiátrica ao acompanhamento de cada sessão
O tratamento segue um protocolo definido pela equipe e é revisto a cada etapa com o paciente e a família.
-
01
Avaliação psiquiátrica
O psiquiatra revisa o histórico, os tratamentos já feitos e o quadro atual para entender se uma das opções intervencionistas faz sentido no caso.
-
02
Indicação e esclarecimento
Quando há indicação, a equipe explica ao paciente e à família como o tratamento funciona, os cuidados necessários e os possíveis efeitos, e registra o consentimento.
-
03
Plano terapêutico integrado
O tratamento entra no plano junto com as consultas, a psicoterapia e os demais cuidados, sem substituir o acompanhamento que já existe.
-
04
Sessões acompanhadas de perto
Cada aplicação acontece na clínica, com preparo, monitoramento durante o procedimento e observação depois dele, pela equipe treinada no protocolo.
-
05
Reavaliação contínua
O psiquiatra acompanha a resposta ao longo das sessões e ajusta o plano conforme a evolução, sempre em conversa com o paciente e a família.
Equipe e estrutura
Espaço próprio e equipe treinada no protocolo
A escetamina intranasal é aplicada em espaço exclusivo da clínica, voltado a pacientes com depressão resistente, transtorno depressivo maior e ideação ou comportamento suicida. O plano é conduzido por psiquiatras, médicos clínicos, enfermagem, psicólogos e farmacêuticos.
-
Espaço exclusivo para escetamina
Ambiente reservado para a aplicação intranasal, com monitoramento durante a sessão e observação depois dela.
-
Equipe treinada no protocolo
Profissionais capacitados para preparar, aplicar e acompanhar cada sessão de acordo com o protocolo do tratamento.
-
Acompanhamento de perto
Cada sessão é acompanhada pela equipe do início ao fim, com registro da resposta para a reavaliação médica.
-
Equipe interdisciplinar
Psiquiatras, médicos clínicos, psicólogos, enfermagem, farmacêuticos e demais profissionais da clínica no mesmo plano terapêutico.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre psiquiatria intervencionista
Respostas diretas sobre as opções de tratamento, quem pode receber cada uma e como começar.
1. O que é psiquiatria intervencionista?
É o conjunto de tratamentos psiquiátricos feitos na clínica, com monitoramento da equipe, para quadros que não responderam bem ao tratamento convencional. Na Clínica Ser, em Brasília, inclui escetamina nasal e endovenosa, paliperidona e eletroconvulsoterapia (ECT), sempre com indicação médica após avaliação psiquiátrica.
2. Para quem a escetamina é indicada?
A escetamina é uma opção para depressão resistente ao tratamento e para transtorno depressivo maior com ideação ou comportamento suicida. A indicação depende de avaliação psiquiátrica, e a aplicação acontece na clínica, com acompanhamento da equipe durante e depois de cada sessão.
3. Como é uma sessão de escetamina na Clínica Ser?
A aplicação intranasal é feita em espaço exclusivo da clínica, por equipe treinada no protocolo. O paciente é acompanhado durante toda a sessão e permanece em observação depois dela. Antes da primeira sessão, a equipe orienta sobre os cuidados necessários, inclusive sobre o retorno para casa.
4. O que é a eletroconvulsoterapia (ECT)?
A ECT é um tratamento médico feito sob anestesia, indicado para depressão grave, catatonia e outros transtornos psiquiátricos quando o psiquiatra considera adequado. É realizada com monitoramento e acompanhamento da equipe, e a indicação é discutida com o paciente e a família antes de começar.
5. Esses tratamentos substituem a medicação e a terapia?
Não. Eles entram no plano terapêutico junto com o acompanhamento psiquiátrico, a psicoterapia e os demais cuidados. O plano é revisto ao longo do tratamento, conforme a evolução de cada pessoa.
6. Como agendar uma avaliação para psiquiatria intervencionista?
Pelo telefone (61) 3468-5700, que também atende no WhatsApp. A equipe explica como funciona a avaliação psiquiátrica e o que levar, como receitas e relatórios de tratamentos anteriores.
Outros níveis de cuidado
Ver todos os serviços-
Urgência 24h
A situação é agora: crise, risco imediato ou piora repentina do quadro.
-
Internação
O quadro exige cuidado contínuo, com equipe por perto 24 horas.
-
Hospital-dia
É preciso tratamento, mas a pessoa pode dormir em casa.
-
Dependência química
O uso de álcool ou de outras drogas já afeta a rotina e as relações.
-
Ambulatório
O quadro pede consulta e acompanhamento regular, sem necessidade de internação.
-
Remoção especializada
A pessoa precisa chegar ao tratamento e não há como levá-la com segurança por conta própria.
Fale com a equipe
Quer saber se a psiquiatria intervencionista cabe no seu caso?
O primeiro passo é uma avaliação psiquiátrica. A equipe explica como ela funciona e combina o melhor horário.